Diante dos desafios do desenvolvimento do setor elétrico, os players debatem como modernizar e incentivar novas fontes, como a geração de energia solar.
O crescimento da energia solar no Brasil foi positivo em 2020. Com mercado pouco explorado, a expectativa é de crescimento constante nos próximos dez anos.
Para realizar uma boa gestão de ativos, é importante entender as regulações que atuam no setor. No caso da energia, há uma clara tendência à inovação e uso de tecnologia em busca de uma matriz limpa e renovável.
As cidades de Altos e Campo Maior, localizadas no norte do Piauí, receberão mini usinas solares fotovoltaicas por meio de parceria público-privada (PPP). A estimativa é que essas duas unidades, uma em cada cidade, produzam mais de 1,3 milhão de quilowatts-hora por mês, reduzindo os custos operacionais com eletricidade no estado.
Segundo a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), para atingir as metas estipuladas no acordo de Paris é preciso investimentos de US$ 4,4 trilhões por ano em energia de baixo carbono, para atingir as metas em 2050.
As fontes renováveis já possuem custo menor que os combustíveis fósseis. Além disso, são a aposta para redução de GEE, para alcançar as metas até 2050.
Em setembro, será realizado o Leilão de energia Nova A-5 de 2021. O destaque vai para os projetos cadastrados de recuperação energética RSU, que aplicou 12 projetos com 315 MW. No total, foram cadastrados 1.694 projetos, totalizando 93,9 GW de oferta.
Desde final de 2020, com as metas de chuvas não atingidas, o setor de energia já se preparava para a acionar a geração térmica e, consequentemente, o aumento nas contas. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a quantidade de energia gerada por usinas termelétricas em janeiro de 2021 foi a maior para o mês desde 2015. Foram 13.436 megawatts médios de energia termelétrica, representando 18,8% de toda energia consumida no país naquele mês.