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Excesso de energia renovável expõe novo desafio do sistema elétrico brasileiro

Excesso de energia renovável expõe novo desafio do sistema elétrico brasileiro

O segundo acionamento, em 23 de agosto, do Plano de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição expôs um desafio que tende a ganhar importância à medida que a matriz elétrica brasileira se torna mais renovável e descentralizada. O país continua projetando forte crescimento da demanda por eletricidade, mas já enfrenta períodos em que a geração disponível supera a capacidade momentânea do sistema de absorver essa energia com segurança. O fenômeno desloca o debate da simples expansão da capacidade instalada para uma agenda mais ampla, que envolve armazenamento, resposta da demanda, transmissão, digitalização das redes, inversores inteligentes e gestão ativa dos recursos energéticos distribuídos.
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Biometano entra em nova fase no Brasil e avança como instrumento de descarbonização do setor energético

Biometano entra em nova fase no Brasil e avança como instrumento de descarbonização do setor energético

O biometano brasileiro entra em 2026 em uma fase decisiva. A criação de uma meta compulsória para o mercado de gás natural, a regulamentação dos Certificados de Garantia de Origem de Biometano e a atualização das regras de qualidade pela ANP começam a consolidar uma fonte renovável historicamente associada ao aproveitamento de resíduos como instrumento estruturado da política energética e climática nacional.
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Transmissão assume papel central na transição energética brasileira e mobiliza R$ 79,1 bilhões em novas expansões

Transmissão assume papel central na transição energética brasileira e mobiliza R$ 79,1 bilhões em novas expansões

O novo Programa de Expansão da Transmissão e Plano de Expansão de Longo Prazo, PET/PELP, do primeiro semestre de 2026 reúne R$ 79,1 bilhões em obras do Sistema Interligado Nacional que já foram recomendadas pelos estudos de planejamento, mas ainda não receberam autorização ou não foram licitadas. O conjunto prevê aproximadamente 20,5 mil quilômetros de novas linhas e 81,9 mil MVA de capacidade em subestações. Mais do que uma carteira de projetos, o documento mostra que a transmissão passou a ocupar posição estratégica na expansão do setor elétrico: sem rede suficiente, a geração renovável não consegue ser plenamente integrada, novos centros de consumo enfrentam limitações e a segurança operacional do sistema se torna mais complexa.
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Biometano, carbono e capacidade: os três movimentos que redefiniram o setor de energia no Brasil em 2026

Biometano, carbono e capacidade: os três movimentos que redefiniram o setor de energia no Brasil em 2026

Entre março e maio de 2026, o setor energético brasileiro viveu seu trimestre regulatório mais denso em anos. O CNPE fixou a meta do mandato de biometano e a ANP concluiu a regulamentação do certificado de origem (CGOB). O país realizou o maior leilão de reserva de capacidade da sua história, contratando 19 GW com investimentos de R$ 64,5 bilhões. E o Ministério da Fazenda apresentou a primeira proposta oficial de cobertura setorial do mercado regulado de carbono (SBCE), com cronograma de inclusão para energia e resíduos. Três decisões que, lidas em conjunto, formam o novo piso regulatório da transição energética no Brasil, com consulta pública do mercado de carbono marcada para julho e norma final esperada até dezembro.
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Resíduos que viram energia: o mercado brasileiro de biogás de aterro sanitário

Resíduos que viram energia: o mercado brasileiro de biogás de aterro sanitário

Os aterros sanitários brasileiros são a principal fonte de metano no setor de resíduos, e o Brasil ainda desperdiça a maior parte desse gás. Com a Lei do Combustível do Futuro em vigor, a regulamentação da ANP publicada em 2026 e um pipeline estimado de R$ 8,5 bilhões em investimentos, o biogás de aterro deixou de ser uma promessa para se tornar um ativo energético concreto. Este artigo analisa o cenário atual, os gargalos estruturais e o que está em jogo para investidores nesse mercado.
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Plano Clima e o Fundo de R$ 33 Bilhões: o que muda para energia limpa, biogás e resíduos até 2035

Plano Clima e o Fundo de R$ 33 Bilhões: o que muda para energia limpa, biogás e resíduos até 2035

O governo brasileiro lançou o Plano Clima com a meta de reduzir entre 59% e 67% as emissões de gases de efeito estufa até 2035, em relação a 2005, com horizonte de neutralidade climática até 2050. Para 2026, o Fundo Clima disponibilizará mais de R$ 33 bilhões, com R$ 27,5 bilhões em recursos reembolsáveis via BNDES. O plano cobre oito setores, incluindo energia e resíduos, e aponta o biogás, o biometano e o saneamento com geração de energia como vetores críticos de descarbonização. Para investidores e agentes do setor, o plano representa tanto uma janela de oportunidade real quanto um conjunto de riscos que precisam ser monitorados com atenção.
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