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O Brasil que a AIE admira e os desafios que ele precisa superar

O Brasil que a AIE admira e os desafios que ele precisa superar

Existe uma frase que os técnicos da Agência Internacional de Energia repetem quando falam do Brasil. Ela aparece em relatórios, em pronunciamentos e nas palavras do próprio diretor executivo Fatih Birol: o Brasil é, ao mesmo tempo, um grande produtor de petróleo e gás e um genuíno campeão da energia de baixo carbono. Essa combinação, rara no mundo, é o que coloca o país numa posição única nas discussões globais sobre o futuro da energia.
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Por que 2026 Marca a Virada entre Renováveis e Segurança Energética

O Novo Modelo do Setor Elétrico Brasileiro: Por que 2026 Marca a Virada entre Renováveis e Segurança Energética

O Brasil chegou a 2026 com 88,2% de sua eletricidade gerada por fontes renováveis, uma das matrizes mais limpas do planeta. Paradoxalmente, o governo acaba de realizar o maior leilão de térmicas da história do país, contratando 19 GW de potência por R$ 64,5 bilhões para garantir segurança energética até a próxima década. Este artigo analisa por que esse aparente paradoxo é, na verdade, a virada estrutural mais importante do setor elétrico nacional: o Brasil deixou de ser hidrodependente e passou a operar um sistema multitecnologia, mais complexo, mais caro e, ao mesmo tempo, mais resiliente.
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O lixo do Brasil vale bilhões. 81,6 mi de toneladas por ano. 40% ainda sem destino. O WtE é a única saída viável.

O Brasil produz 81,6 milhões de toneladas de lixo por ano. 40% ainda vai para lugares errados. Por que quase nada vira energia?

O prazo legal para o fim dos lixões já venceu. O PLANARES exige que quase 50% dos resíduos sejam recuperados até 2040. E 40,3% de tudo que o brasileiro descarta ainda vai para locais inadequados, cerca de 87 mil toneladas por dia. O Waste to Energy (WtE) deixou de ser tecnologia do futuro para se tornar necessidade urgente do presente. Entenda como funciona, o que a lei determina, onde estamos e o que empresas como a Eva Energia já fazem para transformar esse passivo ambiental em ativo energético.
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Energia Sustentável em 2026: O Brasil no Centro da Transição Energética Global

Energia Sustentável em 2026: O Brasil no Centro da Transição Energética Global

O Brasil encerrou 2024 com 88,2% de sua matriz elétrica composta por fontes renováveis, segundo o Balanço Energético Nacional 2025 da EPE. Em 2026, o pais ocupa posição singular no cenário global de energia sustentável: ao mesmo tempo em que consolida uma das matrizes mais limpas do mundo, enfrenta desafios concretos de escala, armazenamento, financiamento e pressão geopolítica climática no pos-COP30. Este artigo analisa o estado atual da energia sustentável no Brasil, os dados mais recentes do setor, os vetores de crescimento em curso e os gargalos que ainda precisam ser superados para que o pais transforme seu potencial em liderança efetiva na economia verde global.
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Energia Limpa e Sustentabilidade: O Equilíbrio Delicado de 2026

Energia Limpa e Sustentabilidade: O Equilíbrio Delicado de 2026

Em um cenário global de crescente demanda energética impulsionada por avanços tecnológicos, 2026 se consolida como um ano de "convivência pragmática" entre fontes de energia limpa e combustíveis fósseis. Este artigo explora os investimentos recordes em transição energética, os desafios brasileiros na diversificação da matriz e o impacto da inteligência artificial no consumo global de eletricidade.
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IETA e a Dinâmica dos Mercados de Carbono: Pós-COP30 e o Caminho para 2030

IETA e a Dinâmica dos Mercados de Carbono: Pós-COP30 e o Caminho para 2030

Em 2026, a International Emissions Trading Association (IETA) se consolida como um ator central na arquitetura dos mercados de carbono globais. Este artigo explora o legado da COP30 em Belém, as tendências de transição para 2030, os desafios regulatórios, a busca por integridade nos créditos de carbono e o papel do Brasil nas Soluções Baseadas na Natureza (NBS) na Amazônia.
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