A infraestrutura de transmissão é essencial para conectar regiões, acompanhar a evolução da demanda e criar condições para o desenvolvimento de novos projetos energéticos.
Apesar de contar com a presença de fontes de combustíveis fósseis, a matriz energética brasileira é considerada uma das mais renováveis dentre as economias mundiais. Enquanto o Brasil utiliza mais de 48% de fontes renováveis, a média mundial é de 14%.
Em um mundo cada vez mais consciente das mudanças climáticas e dos impactos ambientais das atividades humanas, a transição para a energia limpa e sustentável tornou-se uma prioridade global. Instituições como a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) e o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) têm enfatizado a necessidade de uma transição energética rápida e abrangente para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e promover o desenvolvimento sustentável.
Quando o conflito entre a Rússia e a Ucrânia começou, há seis meses, não se imaginava que o custo energético seria tão alto e atingiria tantos países, inclusive aqueles que não têm relação direta com a guerra.
Com a retomada das atividades no pós pandemia, houve um aumento de consumo de energia elétrica no Brasil. Principalmente, os setores de bebidas, alimentos e serviços foram responsáveis pela alta de 1,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o levantamento do CCEE, no primeiro semestre de 2022, o país consumiu 66,02 MW médios de energia elétrica.
O mercado de carbono surgiu a partir de 1997, na COP 3, no Japão. Foi com o Protocolo de Kyoto que foram instituídas as primeiras regras para os mercados regulados e a permissão para criação de mercados voluntários. De lá para cá, países foram aderindo ao mercado e criando iniciativas próprias.
A possível suspensão de reajustes do setor elétrico vem causando incertezas no mercado. Devido à escassez de chuvas ocorrida em 2020 e 2021, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) liberou novos aumentos nas taxas de energia.
Como será o consumo de energia no Brasil na próxima década? O setor de energia do país e de todo o mundo vem passando por uma transição com o objetivo de promover descarbonização, digitalização e descentralização (3Ds).
Quando o assunto é transição energética, rapidamente os carros elétricos surgem na conversa. Essa solução é uma das alternativas para ajudar na descarbonização do setor de transporte. Países como China, Noruega e agora Estados Unidos — em 2022, Joe Biden, Presidente dos EUA, lançou a meta de chegar a 2030 com metade de todos os carros novos vendidos no país eletrificados
Com a crise hídrica, novas oportunidades do setor de energia foram surgindo. Se antes da crise, o modelo energético mais vantajoso era o das hidrelétricas, a falta de chuvas que proporcionou a seca histórica e, consequentemente, a alta nas tarifas, fez com que outras opções começassem a ser consideradas na geração de energia.