O mercado de energia em 2022 no Brasil foi resiliente e teve a energia solar como uma das principais fontes de crescimento no ano. O setor elétrico passou por mudanças importantes dentro e fora do país.
As empresas têm buscado, cada vez mais, ações voltadas ao ESG. O conceito de ESG é uma abordagem que avalia como uma corporação trabalha em prol de objetivos para o meio ambiente, sociedade e governança. Ou seja, indo além da maximização dos lucros, outros fatores são analisados, que indiretamente também influenciam na segurança financeira da companhia.
Nos últimos anos, a energia solar teve um crescimento excepcional no Brasil. Para que isso acontecesse, vários fatores foram importantes para construir esse cenário. Primeiramente, os recorrentes aumentos dos custos energéticos para o consumidor final fez com que as pessoas migrassem para alternativas mais baratas.
A Conferência das Partes da Convenção-Quadrado das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP27, é uma das mais importantes conferências internacionais sobre conservação ambiental devido à sua ampla gama de assuntos e participantes.
A transformação vivenciada atualmente faz com que governos, sociedade e empresas se adaptem e mudem sua forma de consumir e produzir para a manutenção do clima e meio ambiente. Com esse cenário, é fundamental que as empresas do setor de energia também realizem planejamento de investimento para a transição energética.
Com a necessidade de uma transição energética e o aumento dos custos energéticos devido à guerra da Rússia, os biocombustíveis baseados em resíduos sólidos se tornam uma solução para frear a crise e instabilidades geradas pela energia.
Quando o conflito entre a Rússia e a Ucrânia começou, há seis meses, não se imaginava que o custo energético seria tão alto e atingiria tantos países, inclusive aqueles que não têm relação direta com a guerra.
Em maio de 2022, o Brasil deu os primeiros passos para a regulação do mercado de carbono a partir da promulgação do decreto nº 11.075/2022. Apesar de ter deixado várias lacunas acerca desse assunto, o texto estabeleceu as bases para regulamentar o mercado de carbono nacional, o que é esperado há 13 anos desde a criação da lei que instituiu a Política Nacional sobre Mudanças do Clima.
Nos últimos dez anos, a geração distribuída se desenvolveu no Brasil, inclusive no mercado das distribuidoras. Desde 2012, com a Resolução Normativa da ANEEL nº482/2012, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada, podendo também, fornecer o excedente gerado para a rede de distribuição.
Com o aumento da adesão e busca por fontes renováveis, a biomassa tem crescido e se desenvolvido no mercado energético brasileiro. Nesse sentido, o biogás e biometano também ganham destaque. Mas qual a diferença entre eles?