A Transição Energética no Piauí: O Caso da Rio Poti Energia

A transição energética é uma realidade cada vez mais presente no Brasil, e o estado do Piauí tem se destacado nesse cenário. A Rio Poti Energia, empresa do grupo GNPW, tem sido uma das protagonistas dessa mudança, investindo no desenvolvimento de projetos de geração sustentável e ambientalmente responsável.

Recentemente, a empresa concluiu a instalação de duas usinas solares no estado, uma no município de Altos e outra em Campo Maior. Ambas as usinas, que já estão em operação, não emitem gases poluentes e apresentam baixo custo de manutenção, agregando economia nos contratos de consumo de energia no âmbito da Parceria Público Privada (PPP).

A usina de Altos, com 3816kWp de potência instalada e 7.068 painéis solares, empregou 40 trabalhadores durante a construção e agora conta com três funcionários na operação. A energia produzida é suficiente para suprir a demanda da Secretaria da Fazenda do Piauí, gerando 650.000kWh por mês.

Já a usina de Campo Maior, com 3.755kWp de potência instalada e 6.954 painéis, empregou 50 trabalhadores durante a construção e também conta com três funcionários na operação. A energia produzida é destinada à Secretaria de Administração do Piauí, com uma produção de 650.000kWh por mês.

Além disso, a GNPW Group, em consórcio com a V-Power Energia, venceu recentemente um leilão de PPP para a instalação de uma usina fotovoltaica em Santa Cruz, no projeto Solário Carioca. A fazenda de energia solar será instalada em um antigo aterro sanitário desativado e a energia gerada abastecerá imóveis públicos, permitindo uma economia anual de R$ 2 milhões nas contas do município.

O Piauí tem se destacado na geração de energia renovável, com ações como a PPP de Energias Limpas, que está implantando oito miniusinas fotovoltaicas com aproximadamente 5MW de capacidade cada. A previsão é que essas usinas entrem em operação até o final do ano, tornando o estado autossuficiente no abastecimento de energia para os órgãos da administração estadual.

Além disso, o estado está investindo na formação profissional para o setor de energia renovável. O Núcleo de Formação e Pesquisa em Energias Renováveis do Piauí (NUFPERPI), em parceria com a Universidade Estadual do Piauí (UESPI), já beneficiou mais de 200 pessoas em vários municípios do interior do Piauí e até outros estados como São Paulo e Mato Grosso.

A transição energética é um processo global, e organizações como a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) e o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) têm papel fundamental nesse processo. A IRENA promove a adoção e o uso sustentável de todas as formas de energia renovável, destacando que a transição para fontes limpas de energia não é apenas uma questão de sustentabilidade ambiental, mas também uma oportunidade econômica. A agência ressalta que a energia renovável pode impulsionar o crescimento econômico, criar empregos e melhorar o acesso à energia em áreas rurais.

Por outro lado, o IPCC fornece avaliações científicas sobre as mudanças climáticas e suas implicações políticas. O painel enfatiza a necessidade urgente de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e vê a transição para a energia limpa como uma das estratégias mais eficazes para alcançar esse objetivo. Segundo o IPCC, a transição energética pode contribuir significativamente para a mitigação das mudanças climáticas, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa e limitando o aquecimento global a 1,5 graus Celsius.

A GNPW, detentora da concessão da Rio Poti Energia, está alinhada com as diretrizes dessas organizações globais. Ao investir em usinas solares no Piauí, a empresa está não apenas contribuindo para a transição energética no Brasil, mas também ajudando a mitigar as mudanças climáticas. Através de suas ações, a GNPW está demonstrando que a energia limpa não é apenas uma alternativa sustentável, mas também uma oportunidade de negócio viável e lucrativa.

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