Archives of Energia Renovável

Descarbonização: por que reduzir emissões exige transformar todo o sistema de energia

Descarbonização: por que reduzir emissões exige transformar todo o sistema de energia

A expansão das fontes renováveis avançou em ritmo recorde, mas as emissões globais relacionadas à energia ainda alcançaram um novo máximo em 2025. Essa aparente contradição ajuda a explicar por que descarbonização não significa simplesmente instalar mais energia solar e eólica. O processo envolve transformar a produção e o consumo de energia, reduzir o uso de combustíveis fósseis, aumentar eficiência, eletrificar atividades, controlar emissões de metano e criar instrumentos capazes de medir e atribuir valor econômico às emissões evitadas.
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Biogás ganha novo papel estratégico no sistema elétrico brasileiro

Biogás ganha novo papel estratégico no sistema elétrico brasileiro

A expansão acelerada das fontes solar e eólica está modificando a forma como o sistema elétrico brasileiro precisa ser planejado e operado. Nesse ambiente, o biogás começa a ser observado não apenas como uma alternativa para aproveitamento energético de resíduos, mas como uma fonte renovável capaz de produzir eletricidade de forma controlável. A defesa da inclusão de usinas de biogás de aterros em futuros mecanismos de contratação voltados às necessidades operacionais do sistema amplia uma discussão que até agora vinha sendo conduzida principalmente em torno das baterias. O debate não coloca as tecnologias em oposição. Ao contrário, mostra que uma matriz com participação crescente de fontes variáveis deverá combinar armazenamento, geração renovável despachável, biomassa, hidrelétricas, redes e gestão da demanda para manter segurança e eficiência.
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Excesso de energia renovável expõe novo desafio do sistema elétrico brasileiro

Excesso de energia renovável expõe novo desafio do sistema elétrico brasileiro

O segundo acionamento, em 23 de agosto, do Plano de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição expôs um desafio que tende a ganhar importância à medida que a matriz elétrica brasileira se torna mais renovável e descentralizada. O país continua projetando forte crescimento da demanda por eletricidade, mas já enfrenta períodos em que a geração disponível supera a capacidade momentânea do sistema de absorver essa energia com segurança. O fenômeno desloca o debate da simples expansão da capacidade instalada para uma agenda mais ampla, que envolve armazenamento, resposta da demanda, transmissão, digitalização das redes, inversores inteligentes e gestão ativa dos recursos energéticos distribuídos.
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Transmissão assume papel central na transição energética brasileira e mobiliza R$ 79,1 bilhões em novas expansões

Transmissão assume papel central na transição energética brasileira e mobiliza R$ 79,1 bilhões em novas expansões

O novo Programa de Expansão da Transmissão e Plano de Expansão de Longo Prazo, PET/PELP, do primeiro semestre de 2026 reúne R$ 79,1 bilhões em obras do Sistema Interligado Nacional que já foram recomendadas pelos estudos de planejamento, mas ainda não receberam autorização ou não foram licitadas. O conjunto prevê aproximadamente 20,5 mil quilômetros de novas linhas e 81,9 mil MVA de capacidade em subestações. Mais do que uma carteira de projetos, o documento mostra que a transmissão passou a ocupar posição estratégica na expansão do setor elétrico: sem rede suficiente, a geração renovável não consegue ser plenamente integrada, novos centros de consumo enfrentam limitações e a segurança operacional do sistema se torna mais complexa.
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O Brasil que a AIE admira e os desafios que ele precisa superar

O Brasil que a AIE admira e os desafios que ele precisa superar

Existe uma frase que os técnicos da Agência Internacional de Energia repetem quando falam do Brasil. Ela aparece em relatórios, em pronunciamentos e nas palavras do próprio diretor executivo Fatih Birol: o Brasil é, ao mesmo tempo, um grande produtor de petróleo e gás e um genuíno campeão da energia de baixo carbono. Essa combinação, rara no mundo, é o que coloca o país numa posição única nas discussões globais sobre o futuro da energia.
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Por que 2026 Marca a Virada entre Renováveis e Segurança Energética

O Novo Modelo do Setor Elétrico Brasileiro: Por que 2026 Marca a Virada entre Renováveis e Segurança Energética

O Brasil chegou a 2026 com 88,2% de sua eletricidade gerada por fontes renováveis, uma das matrizes mais limpas do planeta. Paradoxalmente, o governo acaba de realizar o maior leilão de térmicas da história do país, contratando 19 GW de potência por R$ 64,5 bilhões para garantir segurança energética até a próxima década. Este artigo analisa por que esse aparente paradoxo é, na verdade, a virada estrutural mais importante do setor elétrico nacional: o Brasil deixou de ser hidrodependente e passou a operar um sistema multitecnologia, mais complexo, mais caro e, ao mesmo tempo, mais resiliente.
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Energia Sustentável em 2026: O Brasil no Centro da Transição Energética Global

Energia Sustentável em 2026: O Brasil no Centro da Transição Energética Global

O Brasil encerrou 2024 com 88,2% de sua matriz elétrica composta por fontes renováveis, segundo o Balanço Energético Nacional 2025 da EPE. Em 2026, o pais ocupa posição singular no cenário global de energia sustentável: ao mesmo tempo em que consolida uma das matrizes mais limpas do mundo, enfrenta desafios concretos de escala, armazenamento, financiamento e pressão geopolítica climática no pos-COP30. Este artigo analisa o estado atual da energia sustentável no Brasil, os dados mais recentes do setor, os vetores de crescimento em curso e os gargalos que ainda precisam ser superados para que o pais transforme seu potencial em liderança efetiva na economia verde global.
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Brasil pós‑COP30: por que o país virou o hotspot de investimentos em energia limpa

Brasil pós‑COP30: por que o país virou o hotspot de investimentos em energia limpa

A realização da COP30 em Belém marca mais do que um capítulo importante da diplomacia climática: ela reposiciona o Brasil no mapa global de capital como um dos destinos mais atrativos para investimentos em energia limpa, infraestrutura verde e bioeconomia. Ao combinar uma matriz elétrica já majoritariamente renovável com um pacote de novos compromissos, o país entra na fase pós‑COP30 com algo que investidores valorizam muito: direção clara, abundância de recursos naturais e um enorme espaço de crescimento em soluções sustentáveis.
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