A energia consolidou‑se em 2026 como o eixo central da agenda ESG, deixando de ser apenas um insumo de suporte para se tornar variável estratégica em decisões de risco, investimento e competitividade.
Com o crescimento projetado de demanda energética por data centers ligado à inteligência artificial até 2028, biogás surge como uma alternativa de energia renovável capaz de fornecer energia constante (baseload) e reduzir emissões associadas à operação desses centros de dados.
Em um movimento que sinaliza a urgência do tema, a Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), em colaboração com um consórcio de gigantes do setor elétrico, divulgou em setembro de 2025 um aguardado "plano de ação" para a modernização da infraestrutura elétrica global.
nova variável dominante, que já impacta balanços e estratégias de longo prazo, é a crise climática. Em 2025, ignorar seus efeitos não é mais uma opção estratégica; é uma falha de governança.
Em 11 de março de 2025, o Governo Federal do Brasil publicou a Resolução nº 5 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), declarando o interesse nacional em integrar três organizações e mecanismos internacionais no setor de energia
Os títulos verdes, ou green bonds, estão se tornando uma das principais ferramentas de financiamento para projetos de sustentabilidade, tanto no Brasil quanto no mundo. Eles surgiram como uma solução viável para unir retorno financeiro e impacto ambiental positivo.
O biogás é um gás renovável produzido pela decomposição anaeróbica de matéria orgânica por microrganismos. Sua composição principal inclui metano (CH4) e dióxido de carbono (CO2), além de pequenas quantidades de outros gases. As fontes de biogás são variadas, abrangendo resíduos agrícolas, esgoto e resíduos sólidos urbanos.
A COP28 se concentra na implementação do Acordo de Paris e nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), com um foco especial na transição para uma economia de baixo carbono e na regulação efetiva do mercado global de carbono. A conferência deste ano é uma oportunidade crucial para revisar progressos, estabelecer novas metas e promover ações sustentáveis em diversos setores.
O mercado de energia em 2022 no Brasil foi resiliente e teve a energia solar como uma das principais fontes de crescimento no ano. O setor elétrico passou por mudanças importantes dentro e fora do país.
Em maio de 2022, o Brasil deu os primeiros passos para a regulação do mercado de carbono a partir da promulgação do decreto nº 11.075/2022. Apesar de ter deixado várias lacunas acerca desse assunto, o texto estabeleceu as bases para regulamentar o mercado de carbono nacional, o que é esperado há 13 anos desde a criação da lei que instituiu a Política Nacional sobre Mudanças do Clima.