Biometano, carbono e capacidade: os três movimentos que redefiniram o setor de energia no Brasil em 2026
Entre março e maio de 2026, o setor energético brasileiro viveu seu trimestre regulatório mais denso em anos. O CNPE fixou a meta do mandato de biometano e a ANP concluiu a regulamentação do certificado de origem (CGOB). O país realizou o maior leilão de reserva de capacidade da sua história, contratando 19 GW com investimentos de R$ 64,5 bilhões. E o Ministério da Fazenda apresentou a primeira proposta oficial de cobertura setorial do mercado regulado de carbono (SBCE), com cronograma de inclusão para energia e resíduos. Três decisões que, lidas em conjunto, formam o novo piso regulatório da transição energética no Brasil, com consulta pública do mercado de carbono marcada para julho e norma final esperada até dezembro.









